Soluções

Pentest para BACEN: teste de intrusão anual conforme CMN 5.274 e BCB 538

O Banco Central passou a exigir teste de intrusão independente pelo menos uma vez por ano. A Vantico executa o pentest, documenta os resultados e o plano de correção e entrega as evidências prontas para o relatório anual de segurança cibernética e para a supervisão do BCB.

O que é o Pentest para BACEN?

O Pentest para BACEN é um teste de intrusão feito para atender à exigência do Banco Central do Brasil para instituições financeiras e de pagamento. Especialistas simulam ataques reais contra aplicações, APIs, apps mobile, infraestrutura e nuvem da instituição para encontrar vulnerabilidades antes que criminosos as explorem. A diferença para um pentest comum está na entrega. Além dos achados técnicos, a Vantico estrutura escopo, metodologia, resultados e plano de correção no formato que a regulação pede. Assim, o material entra direto no relatório anual de segurança cibernética e fica pronto para uma eventual solicitação da supervisão do BCB.

Desde a Resolução CMN 5.274/2025 e a Resolução BCB 538/2025, o teste de intrusão deixou de ser boa prática e virou obrigação anual, com resultados guardados por cinco anos à disposição do Banco Central.


[!] Scanner Automatizado 0 Critical
[!] Framework Genérico 0 Critical

Vantico Pentest 4 Critical Found

O que o Banco Central exige sobre teste de intrusão

Em 18 de dezembro de 2025, o CMN e o BCB publicaram as Resoluções CMN 5.274 e BCB 538. Elas atualizam as normas de segurança cibernética de 2021 e tornam o pentest anual obrigatório. O prazo de adequação terminou em 1º de março de 2026, então a exigência já vale para o ciclo atual.

Os requisitos do pentest (art. 22-A)

  • Periodicidade: pelo menos uma vez por ano.
  • Independência: executado com independência e imparcialidade por pessoa ou empresa especializada. Quem opera ou implementa o ambiente não pode ser quem o testa.
  • Documentação: resultados e plano de correção das vulnerabilidades documentados.
  • Relatório anual: o resultado dos testes entra no relatório anual de segurança cibernética (data-base 31/12), apresentado ao conselho até 31 de março.
  • Retenção: resultados e planos de correção ficam à disposição do Banco Central por cinco anos, contados da data de cada teste.
Casos de uso

Quem precisa de Pentest para BACEN

Instituições sob a Resolução CMN 4.893 que precisam incluir o resultado do pentest no relatório anual e manter as evidências por cinco anos. Para conglomerados prudenciais e sistemas cooperativos com política única, o escopo pode cobrir várias entidades no mesmo ciclo.

Sociedades de Crédito Direto e de Empréstimo entre Pessoas operam quase tudo em aplicações web, APIs e mobile. O pentest precisa cobrir onboarding, concessão de crédito, integrações com bureaus e os fluxos de pagamento.

IPs autorizadas e participantes do Pix, sob a Resolução BCB 85 alterada pela BCB 538. O isolamento dos ambientes Pix e STR, o controle de acesso administrativo e as integrações com a RSFN entram como prioridade no escopo.

Corretoras e distribuidoras de títulos e valores mobiliários e de câmbio também estão sob a exigência anual, com o mesmo nível de documentação.

Provedores de BaaS, core banking, gateways e SaaS que atendem instituições reguladas. As novas regras estendem os controles a sistemas desenvolvidos ou adquiridos de terceiros, e seus clientes vão pedir evidência de teste independente.

Nosso processo

Etapa 1 Kickoff e alinhamento regulatório
Etapa 2 Teste de intrusão independente
Etapa 3 Análise e classificação de risco
Etapa 4 Plano de correção
Etapa 5 Reteste
Etapa 6 Relatório e carta de atestado
Benefícios

Escopo do pentest para instituições reguladas

Aplicações web e internet banking

Autenticação, sessão, lógica de negócio, fraudes em transações e OWASP Top 10 (→ link para página de Pentest em Aplicações Web)

APIs e Open Finance

Autorização entre objetos (BOLA/IDOR), consentimento, limites de taxa e exposição de dados (→ Pentest em APIs)

Apps mobile

Armazenamento local, certificate pinning, engenharia reversa e proteção contra adulteração (→ Pentest Mobile)

Infraestrutura externa e interna

Perímetro, Active Directory, segmentação e movimentação lateral até ambientes críticos (→ Pentest Interno e Externo)

Ambientes Pix e STR

Validação do isolamento físico e lógico, acesso administrativo com MFA e proteção das chaves privadas

Auditoria de segurança validada por padrões globais

Nossas práticas seguem metodologias reconhecidas internacionalmente, garantindo que sua empresa esteja em conformidade com normas de segurança e preparada para enfrentar ameaças reais.

AICPA SOC
OWASP
MITRE ATT&CK
European Union Agency
GDPR
PCI Security Standards Council
NIST
ISO 27001
CVSS
CIS Center for Internet Security

Relatórios e entregas

O relatório de Pentest para o BACEN é estruturado para servir de evidência do teste de intrusão anual exigido pela Resolução CMN 4.893 e pela BCB 85, com a redação atualizada em 2025. Inclui escopo e período dos testes, metodologia, ativos avaliados, vulnerabilidades classificadas por severidade com evidências e passos de reprodução, recomendações de correção, plano de ação para as correções e o resultado do reteste. A documentação fica pronta para o relatório anual de segurança cibernética e para a fiscalização do Banco Central. Acompanha a Carta de Atestado da Vantico, que confirma que o teste foi conduzido com independência.

Perguntas frequentes

Sim. Desde as Resoluções CMN 5.274/2025 e BCB 538/2025, instituições autorizadas a funcionar pelo BCB devem fazer teste de intrusão pelo menos uma vez por ano. O prazo de adequação terminou em 1º de março de 2026.

A CMN 5.274 altera a Resolução CMN 4.893 e vale para bancos, financeiras, cooperativas, SCDs e SEPs. A BCB 538 altera a Resolução BCB 85 e vale para instituições de pagamento, corretoras e distribuidoras. As exigências de pentest são equivalentes.

Testes internos continuam permitidos, mas o teste anual exigido pela norma precisa ser feito com independência e imparcialidade por especialista. Na prática, quem opera ou implementa o ambiente não pode testá-lo, e por isso muitas instituições contratam uma empresa externa.

No relatório anual de segurança cibernética, com data-base de 31 de dezembro e apresentação ao conselho até 31 de março. Resultados e planos de correção ficam à disposição do BCB por cinco anos.

Pronto para fortalecer sua segurança?

Agendar demonstração